4 de novembro de 2015

Moisés no monte da transfiguração: perspectivas e possibilidades


Em meu artigo "O que acontece depois da morte?", um católico comentou conforme o esperado: sem ler o artigo e sem refutar nada, citou um argumento que já havia sido refutado na tabela do próprio artigo, mais especificamente neste link. Trata-se da aparição de Moisés no monte da transfiguração. Para os imortalistas, isso é uma evidência de que Moisés era um fantasminha no Céu que, de repente, teve que sair de lá para aparecer em forma desencarnada no monte da transfiguração, para uma sessão de comunicação entre mortos e vivos no maior estilo “sessão espírita”.

É óbvio que esta interpretação esdrúxula não apenas é inconsistente com o relato em si, mas também com todo o teor bíblico sobre não termos uma alma, mas sermos uma. Também contraria o sentido unânime das Escrituras, que afirmam categoricamente que a morte é um estado inconsciente comparável ao sono, derrotada apenas pela ressurreição posterior. Já falei muito sobre isso em meu livro "A Lenda da Imortalidade da Alma", razão pela qual não irei voltar a tratar disso neste artigo. O propósito deste estudo é apenas mostrar as perspectivas e possibilidades para o aparecimento de Moisés no monte, uma vez que ele não era um “espírito” incorpóreo.

Diante disso, quatro perspectivas são possíveis, sendo elas:

1º Ressurreição Permanente.
2º Ressurreição Temporária.
3º Visão.
4º Transladação.

Em meu artigo sobre o tema, eu defendo a Linha 2. Continuo a defendê-la. No entanto, à luz de novas evidências, me mantenho aberto para as outras possibilidades, razão pela qual irei explanar cada uma delas, e deixar que o leitor tire suas próprias conclusões.


 Linha 1: Ressurreição Permanente

Essa é a posição defendida pelos adventistas do sétimo dia, baseada especialmente no fato de que Moisés morreu (Dt.34:5), e contudo apareceu fisicamente no monte. Quais as evidências de que Moisés apareceu em forma física, em vez de em forma de “espírito”? Em primeiro lugar, o fato de Pedro ter sugerido construir três tendas, incluindo uma para Moisés:

“Pedro tomou então a palavra e disse-lhe: Senhor, é bom estarmos aqui. Se queres, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias” (Mateus 17:4)

É evidente que um espírito incorpóreo não precisa de algo físico (uma tenda) para se abrigar. De fato, a própria proposta de construir tendas implica que Pedro pensava que eles fossem passar a noite ali e dormir – outra coisa que é totalmente desnecessária a um espírito sem corpo. Alguns imortalistas tentam rebater isso com o relato paralelo de Marcos (omitido por Mateus), que afirma:

“Ele não sabia o que dizer, pois estavam apavorados” (Marcos 9:6)

No entanto, isso obviamente não significa que Pedro estivesse cego ou caolho para não perceber o fato óbvio de que a pessoa em sua frente estivesse sem corpo em vez de em forma corpórea. “Pedro não sabia o que falava” no sentido de que ele estava assustado, e por isso não sabia o que dizer, ou que palavras usar. Isso acontecia em praticamente todas as aparições sobrenaturais de Deus ou de anjos, e todavia o que a pessoa falava não deixava de ser verdade. Se Pedro se equivocou em algo, foi por ter pensado que eles iriam passar muitos dias ali, quando na verdade foi uma aparição de poucos minutos. Isso não tem nada a ver com Moisés estar em “espírito” ali, e Pedro não ter conseguido enxergar o óbvio! O erro de Pedro não estava em ver Moisés como um ser físico, mas sim em pensar que eles passariam muito tempo ali (tornando as tendas necessárias). Portanto, essa objeção é inútil.

Ademais, Judas cita um trecho do livro da Assunção de Moisés, que afirma:

“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda” (Judas 9)

Aqui é relatada a cena em que Miguel briga com Satanás pelo corpo de Moisés. Mas para quê o diabo iria querer um cadáver? O que é que o diabo iria ganhar com um simples corpo morto? Evidentemente, Satanás queria mantê-lo preso à sepultura, porque cada ressurreição que acontece é um desafio ao seu “império de morte” (Hb.2:14). O que corrobora com esta interpretação é precisamente o fato de ela ter sido extraída de uma obra que afirma a assunção de Moisés – o que evidentemente reforça essa tese. E a assunção de Moisés não era um tema periférico na obra, mas o assunto principal, expresso no próprio título do livro.

A teoria de que Satanás desejava o corpo de Moisés para promover a idolatria em Israel é totalmente sem base. Os israelitas não tinham o costume de adorar defuntos, como fica claro para qualquer pessoa que leia o Antigo Testamento ao menos uma vez na vida. A idolatria em Israel era sempre relacionada a estátuas de deuses pagãos, e nunca a cadáveres de profetas. Os israelitas não adoravam o cadáver de Eliseu, nem de Davi, nem de Jeremias, nem de Samuel, nem de Isaías, nem de nenhum outro grande personagem do Antigo Testamento, por que então adorariam o de Moisés? Deus nunca precisou esconder um corpo de um profeta do Antigo Testamento, por que precisaria esconder o de Moisés?

Isso sem falar no óbvio: o povo de Israel não adorava Moisés enquanto vivo, pelo contrário, estava murmurando e discutindo com ele o tempo todo, chegando ao ponto de quase apedrejá-lo em certa ocasião. Por que, então, iriam transformá-lo em um “deus” depois de morto? E por que Deus não “escondeu” também os ídolos das outras nações, esses sim que os israelitas realmente estavam propensos a adorar? A objeção de que Satanás disputava pelo corpo de Moisés para promover a idolatria em Israel é, obviamente, sem fundamento. 

Contra a ressurreição permanente de Moisés, está o fato de a Bíblia dizer que Jesus é a primícia dos que dormem (1Co.15:22) e o primogênito dentre os mortos (Ap.1:5). Os adeptos desta Linha 1 afirmam que estes textos não dizem que ninguém ressuscitou gloriosamente antes de Jesus, mas sim que a ressurreição de Jesus foi a garantia da ressurreição geral, ou no sentido de ser a mais importante.

Em 1ª Coríntios 15:22 este parece ser o significado: a ressurreição de Cristo é o que garante a ressurreição de todos nós, na Sua volta. Porém, em Apocalipse 1:5 me parece que o sentido mais provável é mesmo o de Cristo ser o primeiro, em termos absolutos. Além disso, se Cristo é a garantia da ressurreição gloriosa de todos os santos, por que Moisés não estaria incluso? Essas duas objeções significativas me levam a entender como mais provável a Linha 2, ainda que a Linha 1 não seja de toda improvável. 


 Linha 2: Ressurreição Temporária

A Linha 2, defendida por mim, afirma basicamente o mesmo que a Linha 1, e portanto se apropria dos mesmos argumentos utilizados pela Linha 1 para a ressurreição de Moisés. No entanto, ela se diferencia pelo fato de crer que Moisés não ressuscitou em corpo glorificado para entrar no Céu, mas passou por uma experiência de ressurreição temporária semelhante à de outras várias pessoas que ressuscitaram fisicamente antes de Jesus (1Rs.17:17-24; 2Rs.4:25-37; Lc.7:11-15; 8:41-56; Jo.11:11), sem, contudo, entrar no Céu, porque morreram novamente. Ou seja, essa é uma visão que concilia o fato da ressurreição de Moisés com o fato de Cristo ter sido o primeiro ressuscitado a entrar na glória.

Contra essa perspectiva, há um trecho que parece exigir uma presença de Moisés em corpo glorioso no monte:

“Surgiram dois homens que começaram a conversar com Jesus. Eram Moisés e Elias.Apareceram em glorioso esplendor, e falavam sobre a partida de Jesus, que estava para se cumprir em Jerusalém” (Lucas 9:30-31)

Entretanto, o texto não diz especificamente que eles apareceram em corpo glorioso, mas sim em “glorioso esplendor”. O termo “glória” também é por vezes usado para pessoas físicas e ainda não ressurretas, como quando Paulo diz:

"Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor,somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor" (2ª Coríntios 3:18)

Se isso é verdade, então o simples termo “glorioso” não implica necessariamente que todos estivessem ali em corpo glorificado. Significa meramente que estavam em estado de glória. Se estavam em corpo glorificado ou não, isso o texto não trata. E no verso seguinte o mesmo termo “glória” aparece também para Jesus, que ainda não havia sido ressuscitado em corpo incorruptível:

“Pedro e os seus companheiros estavam dominados pelo sono; acordando subitamente, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele” (Lucas 9:32)

Portanto, não vejo objeções consistentes à Linha 2, razão pela qual a considero mais provável dentre todas as outras.


 Linha 3: Visão

A Linha 3 afirma que Moisés e Elias não apareceram realmente, mas em uma visão. Essa é a linha defendida pelas testemunhas de Jeová, apesar de que eu conheço muitos que não são TJ e que adotam este ponto de vista também. Ela não exige nem a presença de “espíritos” no monte, e nem a ressurreição de Moisés (na verdade, não exige nem tampouco o arrebatamento de Elias). Em meu livro, eu expus algumas objeções a este ponto de vista, que hoje entendo não serem definitivas para eliminar a possibilidade da visão.

Por exemplo, verbos utilizados no texto, como “apareceram” e “viram”, me parecia eliminar a possibilidade de ser apenas uma visão. No entanto, notei que os mesmos verbos aparecem amplamente no Apocalipse, quando João estava tendo uma visão (veja, por exemplo, Ap.5:1-2 e Ap.12:1). Então percebi que era perfeitamente possível algo “aparecer” em uma visão (e não literalmente). No entanto, continuo discordando do principal argumento dos adeptos da Linha 3, que é o termo “visão”, que aparece em Mateus 17:9:

“A ninguém conteis a visão...” (Mateus 17:9)

Mas este não é um argumento definitivo, porque no paralelo de Lucas é registrado que os discípulos “não contaram a ninguém nada do que tinham visto (Lc.9:36). Ou seja, da mesma forma que pode significar que os discípulos tiveram uma visão e que foi isso que eles “viram”, também pode perfeitamente significar que os discípulos viram algo, e essa foi a “visão”. Tudo vai depender de qual ótica que o texto for analisado, ou, melhor dizendo, se é o texto de Mateus que lança luz ao de Lucas, ou se é o de Lucas que lança luz ao de Mateus.

Adicionalmente, é necessário observar que da mesma forma que os termos “apareceram” e “viram” não provam que necessariamente tenha sido literal, o termo “visão” por si só também não implica que necessariamente não tenha sido literal. É verdade que na grande maioria das vezes implica (da mesma forma que no exemplo oposto), mas em outras vezes (como em Jó 20:8 e em Lc.18:42) não implica.

Outro texto usado por ambas as partes, mas que em minha opinião também não prova nada, é o de 2ª Pedro 1:17-18, que diz:

“Ele [Jesus] recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando da suprema glória lhe foi dirigida a voz que disse: ‘Este é o meu filho amado, em quem me agrado’. Nós mesmos ouvimos essa voz vinda do céu, quando estávamos com ele no monte santo” (2ª Pedro 1:17-18)

Quem pensa que foi uma visão usa isso como “prova” de que Pedro não viu Moisés e Elias literalmente, já que ele só citou Jesus. Já quem pensa que não foi uma visão usa isso como “prova” de que o acontecimento ocorreu literalmente. No entanto, nenhum dos dois argumentos realmente prova alguma coisa. O fato de Pedro não ter mencionado Moisés e Elias nesta ocasião não significa necessariamente que eles não estivessem lá. Ausência de evidência não é evidência de ausência. Além disso, pode ser que Pedro estivesse querendo apenas ressaltar o mais importante: Jesus.

Por outro lado, também não há nada no texto que diga que tudo foi literal. Se eu estou conseguindo ler direito, tudo o que eu vejo o texto dizer é que a voz do Pai no monte foi literal.

Em suma, eu não vejo nenhuma evidência definitiva de que tenha sido apenas uma visão, como também não vejo nenhuma evidência definitiva de que tenha sido mais do que uma visão. Na ausência de uma prova cabal de um lado e do outro, ainda considero a tese da ressurreição de Moisés mais plausível, sem, contudo, descartar por completo a hipótese da Linha 3, que não deixa de ser uma possibilidade real.


 Linha 4: Transladação

O que Linha 4 afirma é diferente de tudo o que vimos até aqui, uma vez que quase todos pensam que a aparição de Moisés depois da morte exige ou uma ressurreição ou uma visão. Os adeptos desta linha observam que o texto não diz que Moisés apareceu depois de morto. Sim, é verdade que o texto também não diz que Moisés apareceu enquanto ainda estava vivo, e também é verdade que, cronologicamente falando, o acontecimento se deu muito após a morte de Moisés. Entretanto, o que essa corrente afirma é que Deus transladou Moisés no tempo e no espaço em algum ponto em que Moisés ainda estava vivo, levando-o literalmente ao monte da transfiguração, e depois foi deixado de volta onde estava.

Se você achou essa posição um pouco confusa, eu peço encarecidamente para acompanhar a explicação do pastor e ex-satanista Carlo Ribas, no vídeo abaixo, a partir do minuto 53:43 até o minuto 58:15:


Antes, quero adiantar que não concordo com tudo o que ele disse nesta parte do vídeo. Eu não concordo, por exemplo, com a tese de que Deus se arrepende literalmente, como ele afirma no final. Também não acho que se Moisés foi arrebatado isso teria que ter acontecido naquele momento em que ele disse que foi. Pode ter sido em qualquer outro ponto da vida de Moisés. Também não concordo nem de longe com todo o resto do que ele disse no vídeo, embora tenha muita coisa interessante.

A tese fica mais simples se dissermos apenas que Moisés foi arrebatado fisicamente enquanto ainda estava vivo, no passado, e conduzido até o monte da transfiguração. Isso nos força a crer que Deus tem poder suficiente para transportar alguém no tempo e no espaço. Que Deus pode transportar alguém no espaço, isso é muito evidente na Bíblia. Isso aconteceu nitidamente com Filipe, que foi transportado de Gaza até Azoto:

“E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho. E Filipe se achou em Azoto e, indo passando, anunciava o evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesareia” (Atos 8:39-40)

Se Filipe pôde ser transportado no espaço, então Deus poderia fazer o mesmo com qualquer um, incluindo Moisés. Então o último obstáculo real é se é possível Deus transportar alguém no tempo, uma vez que se esta linha estiver correta é necessário mais do que apenas uma transladação no espaço. Ao chegarmos a este ponto, é preciso reconhecer que não há nenhum exemplo bíblico claro onde um personagem bíblico é transportado desta maneira (o que também não significa que Deus não seja capaz de fazer isso com alguém). Mas temos alguns exemplos onde Deus mexe com a questão do tempo, o que mostra que Ele tem poder suficiente para fazer isso caso ele queira.

Tal é o caso, por exemplo, de quando o sol “parou” para que os israelitas vencessem uma batalha:

“No dia em que o Senhor entregou os amorreus aos israelitas, Josué exclamou ao Senhor, na presença de Israel: ‘Sol, pare sobre Gibeom! E você, ó lua, sobre o vale de Aijalom!’ O sol parou, e a lua se deteve, até a nação vingar-se dos seus inimigos, como está escrito no Livro de Jasar. O sol parou no meio do céu e por quase um dia inteiro não se pôs” (Josué 10:12-13)

E também quando Deus atendeu a oração de Ezequias:

“Ezequias havia perguntado a Isaías: ‘Qual será o sinal de que o Senhor me curará e de que de hoje a três dias subirei ao templo do Senhor?’ Isaías respondeu: ‘O sinal de que o Senhor vai cumprir o que prometeu é este: Você prefere que a sombra avance ou recue dez degraus na escadaria?’ Disse Ezequias: ‘Como é fácil a sombra avançar dez degraus, prefiro que ela recue dez degraus’. Então o profeta Isaías clamou ao Senhor, e este fez a sombra recuar os dez degraus que havia descido na escadaria de Acaz” (2ª Reis 20:8-11)

É claro que nenhum dos dois casos se refere propriamente a um homem transportado no tempo, mas mostram que Deus tem poder, soberania e domínio para intervir na questão do tempo. Portanto, embora eu não veja nenhuma “prova” bíblica de que Deus arrebatou Moisés enquanto vivo e o transportou no tempo e no espaço, esta não deixa de ser uma possibilidade viável, dentre as outras que temos.


 Considerações Finais

A Bíblia não deixa uma única possibilidade em aberto no caso de Moisés no monte da transfiguração, mas, em vez disso, nos deixa várias portas abertas, umas com mais chances, e outras com menos. Ela não diz explicitamente que Moisés ressuscitou, nem diz explicitamente que ele estava no monte em forma de espírito incorpóreo, nem diz explicitamente que o acontecimento não foi literal, nem diz explicitamente que ocorreu enquanto Moisés ainda vivia. O que temos são hipóteses: algumas que podem ser descartadas com mais facilidade, e outras que eu considero bem mais razoáveis. Dentre as possibilidades razoáveis, continuo entendendo que a Linha 2 (ressurreição temporária) é a mais defensável biblicamente.

Em nenhuma das quatro perspectivas somos obrigados a defender a existência de uma “alma imortal” contrária às Escrituras para explicar a aparição de Moisés no monte, como querem os imortalistas. Se colocada lado a lado com as demais possibilidades, a de que Moisés apareceu como um espírito incorpóreo é a menos plausível, menos defensável e menos coerente de todas. Além de distorcer o que a Bíblia como um todo ensina sobre a morte, ela nos obriga a ver um “espírito” no monte em vez de um corpo real, e a chegar à trágica conclusão de que, afinal, conversar com os mortos não é tão surreal assim.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,


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8 comentários:

  1. Lucas Banzoli: um dos meus escritores preferidos :)

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  2. Lucas n tem haver com o artigo mas é uma pergunta minha:se houver uma palavra ou frase na Biblia na qual eu queira saber o significado original eu devo procurar no Hebraico,Grego,Aramaico,Latin,Romano Etc... em qual lingua devo procurar o real significado e outra coisa e que metodo vc usa para desifrar o seu real significado algum dicionario,aplicativo pra pc ou celular etc.. pfv me responda Que Deus lhe Abençõe

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    Respostas
    1. Se é do AT é o hebraico, se é do NT é o grego. Você pode conferir o significado palavra por palavra na Concordância de Strong:

      http://www.sacrednamebible.com/kjvstrongs/index2.htm

      E também no "Bible Hub", que além de disponibilizar vários léxicos ainda tem vários comentários bíblicos conceituados:

      http://biblehub.com/commentaries/

      O original grego (Textus Receptus) você encontra aqui também:

      http://biblia.gospelprime.com.br/receptus/

      E transliterado aqui:

      http://dubitando.no.sapo.pt/nt_gr.htm

      O hebraico aqui:

      http://www.hebraico.pro.br/biblia/quadros.asp

      Se quiser ver os códices:

      a) Códice Vaticano:

      http://digi.vatlib.it/view/MSS_Vat.gr.1209

      b) Códice Sinaítico:

      http://www.codex-sinaiticus.net/en/

      c) Códice Alexandrino:

      https://archive.org/details/codexalexandrinu00woid

      Abraços!

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  3. Tu pode fazer um artigo sobre os pais da igreja e a doutrina de satanás?

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  4. Lucas, os papas anteriores (principalmente João Paulo II eram anticomunismo ? E o Papa Francisco e a favor da teologia da libertação?

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    1. O papa João Paulo II era. O papa Bento XVI não costumava se pronunciar abertamente sobre o assunto, mas conheço muitos católicos que afirmam que ele guiava a Igreja ao comunismo de forma mais velada do que o papa Francisco faz. Já o papa Francisco chega a ser descarado em seu esquerdismo, como você pode ver neste artigo:

      http://heresiascatolicas.blogspot.com.br/2015/07/papa-abraca-causa-da-luta-para-que.html

      Não acho que ele tenha chegado ao ponto de aderir à TL, mas ele que ele a está ressuscitando, isso está. Inclusive se reuniu amigavelmente com Gustavo Gutiérrez, um dos fundadores da teologia da libertação, que por sua vez louvou o “novo clima” no Vaticano:

      http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/05/1634840-sob-papa-francisco-vaticano-reata-com-teologia-da-libertacao.shtml

      http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/05/fundador-da-teologia-da-libertacao.html

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