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Esclarecendo dúvidas básicas sobre mortalismo e aniquilacionismo

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Uma coisa que percebo muito é que grande parte dos questionamentos que recebo sobre mortalismo e aniquilacionismo não é sobre “como refutar isso ou aquilo”, mas sim sobre dúvidas relacionadas a coisas bastante simples e até elementares. Se por um lado a doutrina imortalista é bem conhecida por todos, pois todos fomos doutrinados com ela desde a infância, por outro lado o mortalismo é pouco conhecido, e muitas vezes “refutado” por gente que sequer o conhece ou estudou sobre o assunto (o que muitas vezes implica em verdadeiros ataques a espantalhos).

As Bíblias protestantes “adulteraram” 1ª Coríntios 9:5 para dizer que os apóstolos eram casados?

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Este artigo seria um compilado de refutações à acusação difamatória de que as traduções protestantes são “adulteradas” propositalmente para “atacar o catolicismo”, como se todos os tradutores protestantes estivessem em um conluio conspiratório global anticatólico para provarem que o catolicismo é antibíblico (e como se precisassem disso...). Eu inclusive já tinha escrito uma introdução e escolhido os textos a serem refutados, mas logo o primeiro deles acabou ficando tão grande que eu preferi publicar em um artigo à parte e fazer o mesmo com os outros textos. Portanto, neste aqui eu irei abordar exclusivamente o texto de 1ª Coríntios 9:5. Boa leitura.

Quem disse que a Bíblia não é a Palavra de Deus?

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A mais nova moda da apologética católica, pasme, é negar que a Bíblia seja a palavra de Deus. Talvez você não acredite, como eu não acreditava até pouco tempo, mas sim, tem gente por aí que se diz cristã e que alega que a Bíblia é apenas mais um livro como qualquer outro, e que não tem nada de “palavra de Deus”. Essa é tão recente que nos primeiros anos de apologética eu nunca tinha ouvido, mas como em se tratando de apologética católica tudo SEMPRE pode piorar, essa mais nova heresia ficou popular entre eles. De repente essa tese ganhou aceitação impressionante entre o “populacho”, como esses leigos aí que ninguém sabe quem são, nem o que comem, nem de onde vieram:

Quando o magistério católico refuta a si mesmo

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Hoje irei fazer algo diferente: quem irá apresentar os argumentos não será este simples mortal protestante que vos escreve, mas deixarei que os próprios apologistas católicos falem por mim. Sim, eu irei apenas elaborar uma breve introdução e então deixar o link onde os católicos argumentam comprovando tudo o que eu digo aqui, para então voltar com breves considerações finais.

Sobre o novo layout (se alguém se interessa)

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Embora eu pessoalmente prefira o layout antigo sem nenhuma dúvida, fui obrigado a mudar para um layout mais simples do blogger porque o layout antigo estava tendo problemas com os comentários. Basicamente, os comentários só funcionavam para quem usa celular, e para quem entrava pelo computador não era permitido postar nada. Se alguém tiver qualquer problema com esse novo layout, me informe nos comentários dos outros posts, pois neste aqui não vejo necessidade de abrir a caixa de comentários.

4 Horas de hangout para os 500 anos de Reforma

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Ontem rolou uma “live surpresa” dos 500 anos da Reforma, um hangout que contou com a participação do Bruno Lima (do Respostas Cristãs), do Francisco Tourinho (do Questões Últimas), do Elisson Freire (do Resistência Apologética) e minha:

Perguntas de um protestante curioso sobre a tradição oral romanista

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O leitor que costuma acompanhar este blog sabe que eu não sou do tipo que costuma lançar “desafios” ou “perguntas que ninguém responde”, armar “armadilhas” ou coisa do tipo. Na verdade, o único artigo que fiz em forma de perguntas/desafios que eu me lembre agora é este sobre Pedro, que é um dos mais antigos do blog. A razão pela qual eu escrevo este artigo em forma de perguntas não é para “desafiar” ninguém, mas apenas porque eu realmente tenho a curiosidade de saber como os romanistas respondem a estas questões, que não são nunca abordadas pela apologética católica. Portanto, as perguntas aqui são diretamente dirigidas aos apologistas católicos por questão de curiosidade pessoal, e eu gostaria muito que me respondessem mesmo. Vamos a elas!

A verdade sobre os “massacres” de Cunhaú e Uruaçu

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Os “massacres” de Cunhaú e Uruaçú são uma lenda velha da apologética católica que agora ganhou espaço na grande mídia em função do papa Francisco ter canonizado os “30 mártires”. Para responder ao embuste, dividirei este artigo em duas partes. A primeira será uma introdução absolutamente importante para que as pessoas tenham uma noção de quem eram os holandeses na época, o que ajuda a demonstrar o quanto a acusação é irrisória e patética. A segunda é uma exposição do outro lado da moeda sobre os eventos propriamente ditos, contado não pelos católicos profissionais em distorcer os fatos, mas pelos próprios holandeses e por historiadores leigos.

O celibato obrigatório do clero é bíblico?

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Em primeiro lugar, é necessário deixar claro que o que será refutado aqui não é o “celibato” em si, mas sim o celibato obrigatório, que é a imposição de celibato para alguém que quiser ser sacerdote na igreja. O celibato em si é respeitável; Paulo foi celibatário assim como João Batista, mas o eram por opção e não por imposição ou obrigação. Nas igrejas evangélicas e nas ortodoxas o celibato também é opcional; o pastor ou padre se casa se quiser, permanece solteiro se achar melhor. Não há um pré-requisito de celibato para ser ordenado ou para continuar exercendo a função. O mais importante a mostrarmos logo de cara é que na Bíblia NUNCA há qualquer imposição de celibato para ser sacerdote; pelo contrário, vemos os sacerdotes, via de regra, possuindo esposa.